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Sargento dos bombeiros filmado atirando em funcionário de lanchonete diz que disparo foi acidental

Militar foi identificado por investigadores da 32ª DP com auxílio de imagens de câmera de segurança de unidade do McDonald's em Jacarepaguá


Sargento dos bombeiros filmado atirando em funcionário de lanchonete diz que disparo foi acidental


Rio - O sargento do Corpo de Bombeiros Paulo César de Souza Albuquerque, filmado atirando contra funcionário de lanchonete, disse, em depoimento na 32ª DP (Taquara) nesta segunda-feira, que o disparo contra o atendente foi acidental. A Polícia Civil informou que pedirá a prisão do militar novamente. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ele teve suspenso o porte e posse de armas, além de ser alvo de um inquérito e de um conselho disciplinar policial militar que irá apurar sua conduta profissional.


"O militar responderá civilmente pelos seus atos na justiça comum (...) A corporação repudia veementemente todo e qualquer ato criminoso, assim como condutas ilícitas que transgridam os preceitos da ordem, da disciplina e da moral características da profissão de bombeiro militar", disse o Corpo de Bombeiros, em nota.

O caso envolvendo Paulo César aconteceu ainda na madrugada desta segunda. Toda a movimentação foi registrada por câmeras de segurança do estabelecimento onde a confusão ocorreu, uma unidade do McDonald's em Jacarepaguá, Zona Oeste. Segundo o registro, o bombeiro dá um soco em Mateus Domingues Carvalho, de 21 anos, que revida com um tapa. Em seguida, o militar entra no restaurante e atira no funcionário.

Dois homens aparecem nas imagens da unidade tentando conter, sem sucesso, o autor do disparo. Uma funcionária do restaurante, que trabalhava na cozinha, aparece fugindo do local após ouvir o tiro.


Mais cedo, a Justiça havia negado pedido de prisão temporária feito pelo delegado de plantão Angelo José Lages Machado, da 32ª DP. Segundo decisão da juíza Isabel Teresa Pinto Coelho Diniz, do plantão judicial, a medida seria considerada excepcionalíssima", portanto não caberia no caso por não haver "fatos concretos de autoria".


A magistrada alega que não ficaram claros os elementos que comprovavam a identificação do bombeiro no caso. "O reconhecimento fotográfico fragiliza os elementos necessários para a decretação de sua prisão temporária”, disse em decisão.



Fonte: O Dia

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